Proteção Social · Atende atualmente 80 crianças e jovens de 0 a 18 anos

SPCAVV — Serviço de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência

Com uma equipe multidisciplinar, o serviço, vinculado ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e integrado à rede de serviços da assistência social, Ministério Público, Conselhos Tutelares e outras políticas públicas, tem por objetivo estruturar um atendimento efetivo para proteção social das vítimas. Realiza o atendimento especializado a crianças e adolescentes vítimas de violência física, psicológica, negligência, abuso ou exploração sexual, em atendimentos individuais e em grupos, criando as estruturas psicológicas fundamentais para a superação da situação de violação de direitos, o fortalecimento da autoestima, dos vínculos familiares e a reparação da violência vivida. Cabe ao SPCAVV identificar as situações de risco de violência, prevenir seu agravamento e promover a interrupção do ciclo de violência, a potencialização da autonomia e o resgate da dignidade.

SPCAVV — Serviço de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência
Proteção Social · Atende atualmente 80 crianças e jovens de 0 a 18 anos

SPCAVV — Serviço de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência

Com uma equipe multidisciplinar, o serviço, vinculado ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e integrado à rede de serviços da assistência social, Ministério Público, Conselhos Tutelares e outras políticas públicas, tem por objetivo estruturar um atendimento efetivo para proteção social das vítimas. Realiza o atendimento especializado a crianças e adolescentes vítimas de violência física, psicológica, negligência, abuso ou exploração sexual, em atendimentos individuais e em grupos, criando as estruturas psicológicas fundamentais para a superação da situação de violação de direitos, o fortalecimento da autoestima, dos vínculos familiares e a reparação da violência vivida. Cabe ao SPCAVV identificar as situações de risco de violência, prevenir seu agravamento e promover a interrupção do ciclo de violência, a potencialização da autonomia e o resgate da dignidade.

  • Campanhas de conscientização da violência e mobilização comunitária
  • Atendimento individual e familiar — refazimento de vínculos
  • Identificação de riscos e sua interrupção
  • Articulação com Conselho Tutelar e rede

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